Extraído do site LUMOSITY
Tradução e Adaptação: Arlindo Simon
Já vimos em artigos anteriores, que para ter uma vida saudável é fundamental cuidar do corpo e da mente, não importa a idade. Aliás, o prazer de viver tem que crescer com a idade. Esta é a consciência que devemos ter para conquistar e manter a felicidade.
O cérebro que é a máquina operacional de nossos pensamentos, trabalha com mais ou menos velocidade.
Velocidade, é um parâmetro para medir e comparar o desempenho da maioria das atividades deste mundo. Na física aprendemos que a velocidade é uma relação entre espaço e tempo. Como o tempo não pára, será sempre vencedor aquele que alcança os objetivos determinados com maior velociade.
Sendo assim, a capacidade que temos para adquirir conhecimentos provêm da velocidade de processamento do nosso cérebro. Ou seja: somos considerados mais, ou menos inteligentes, na medida de nossas respostas certas para as questões apresentadas.
A velocidade de processamento pode afetar o desempenho em nossa capacidade de adquirir conhecimentos superiores, e a diminuição dessa velocidade pode ser o fator primário dos sintomas do envelhecimento.
Assim, a velocidade e a eficiência do processamento de informações, são componentes fundamentais da inteligência.
Testes de inteligência como QI, habilidade de raciocínio, e outros testes corelacionados com o tempo de reação. Até mesmo uma tarefa simples, como apertar um botão, quando a luz acende.
Essa realação torna-se ainda mais forte quando a tarefa é levemente mais complexa, e incoorpora elementos operacionais cognitivos, tais como a substituição de números por letras.
Como por exemplo:
1=s
2=v
3=o
4=m
5=l
Dado um exercício qualquer para fazer essa substituição de números por letras; a velocidade de processamento da resolução, medirá o desempenho.
O que essas medidas simples, aparentemente triviais tem a ver a entidade tão ampla e complexa como a inteligência?
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