sexta-feira, 11 de março de 2011

NUTRIÇÃO E DEGENERAÇÃO FÍSICA - 3

Weston Price
Resumo e Adaptação: Arlindo Simon

3 - Dietas Primitivas e Modernas.

Experiências com o metabolismo demonstram que dos minerais provenientes da alimetação, são poucos aqueles que são absorvidos pelo organismo. Um grande número é rejeitado, porque não encontra agregação compatível. Os primitivos não tinham conhecimento das modernas técnicas experimentais do metabolismo, no entanto, suas dietas continham quatro vezes mais os requisitos mínimo da ingestão desses minerais, sendo então constatado uma imunidade muita alta para a cárie e outras doenças degenerativas.
Já a nutrição nas dietas modernas, que em grande parte é composta de produtos de farinha branca, açúcar, arroz polido, conservas e gorduras vegetais, invariavelmente não apresenta sequer os requisitos mínimos. Em outras palavras: os alimentos dos esqimós nativos continha 5,4 vezes mais cálcio do que os alimentos dos "civilizados". Cinco vezes mais fósforo, 1,5 vezes mais ferro, 7,9 vezes mais magnésio, e pelo menos dez vezes o número de vitaminas liposolúveis.
Para os índios do extremo norte do Canadá, os alimentos nativos fornecidos continham 5,8 vezes mais cálcio, 5 vezes mais fósforo, 2,7 vezes mais ferro, 4,3 vezes mis magnésio e dez vezes mais ativadores liposolúveis.
Também para todos os demais povos primitivos pesquisados, suas dietas continham valores de cálcio, fósforo, magnésio, ferro e vitaminas liposolúveis, em quantidades inúmeras vezes maiores que as necessidades de nossas modernas dietas.
Todas as dietas primitivas fornecem também um grande aumento nas vitaminas solúveis em água, sobre o número previsto nas dietas modernas.
Comparando estas dietas, fica claro o quanto pecamos pela carência de grãos integrais e gorduras naturais saudáveis em quantidades suficentes na alimentação moderna, para evitar a degeneração física.

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