Se todos os dias pudéssemos dar uma olhada em nosso intestino para saber se está sujo, ou precisando de um banho para deixá-lo com uma boa aparência, certamente teríamos mais cuidado com o que comemos diariamente.
Na vida moderna, com a urbanização, o distanciamento dos campos, a industrialização e o poderoso avanço da química, quase tudo que vem à nossa mesa nos é servido com fertilizantes, pesticidas, inseticidas, hormônios, antibióticos, e muitos aditivos para conservar, imitar ou dar sabor e colorir.
Por natureza da criação deveríamos ser vegetarianos, mas o homem de tal forma adquiriu o gosto pela carne, que poucos adotam o hábito saudável de fugir da contaminação adquirida pelo sofrimento da morte de qualquer animal. Porque sangue é sinônimo de vida, a bíblia condena aqueles que dele se utilizam para alimentação.
Se de dois pedaços de carne iguais, um ingerirmos e outra deixarmos fora da geladeira, o que vai para o intestino apodrece primeiro. Também os laticínios são de difícil digestão.
A pressa do mundo moderno leva-nos aos "fast foods" e também aos médicos e aos hospitais, para temporariamente, nos curarmos de doenças adquiridas pela ingestão de tanta porcaria, e mesmo assim, continuamos o suicídio, que mais cedo ou mais tarde nos leva prematuramente à morte, por enfermidades que podem ser evitadas se adotarmos uma alimentação saudável.
No próximo capítulo vamos mostrar como nosso intestino se intoxica, e as consequências deste envenenamento.
Consulte um médico antes de fazer uso de plantas que curam.
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